Círculo

Mãe e filha unidas pelo crochê

Postado por: Círculo em 11/05/2017 Categorias: Artesanato, Crochê, Cursos e Eventos, Data Comemorativa, Workshop

Enquanto muitas mães ensinam as crianças a crochetar por puro amor ao artesanato, a mãe da artesã Renata Vieira usou a técnica como uma estratégia para fazer com a filha passasse mais tempo em casa. Ela adorava passar horas brincando na pracinha com os amigos, o que deixava a mãe preocupada.

Mãe e filha já produziram várias peças juntas

Mãe e filha já produziram várias peças juntas

“O mais engraçado em dizer que aprendi crochê com minha mãe está no fato de que ela não faz crochê. Ela me ensinou o básico e partir dali meu interesse só aumentou. Lembro que ela se sentia aliviada por eu ficar quieta em casa e longe da pracinha”, conta a artesã, que tem várias lembranças que envolvem a mãe e o crochê. Uma delas, muito marcante, foi de quando elas decidiram sair das correntinhas e partir para o ponto alto, que era muito desafiador para Renata, que tinha apenas 12 anos.

Renata em workshop

Renata demonstra um ponto para aluna durante workshop

A artesã diz que, de certa forma, foi o crochê que a escolheu. Uma tia-avó, que admirava a técnica pediu para que a mãe lhe ensinasse e garantiu que compraria as peças da menina. As linhas e agulhas foram grandes companheiras de Renata. Em momentos difíceis, foi no crochê que ela encontrou alegria. “Quando eu tive que desistir do curso de Medicina Veterinária, fiquei extremamente deprimida, mas o crochê ocupou minha mente e me tirou do sofrimento”, relata. Hoje, ele a terapia virou fonte de renda, de novos aprendizados e amizades. A Círculo também teve sua importância na história de Renata, que afirma que a empresa a valorizou como artesã e lhe deu motivo para realizar um trabalho primoroso e interessante. “A Círculo é um sonho para mim, que se realiza a cada laçada, a cada novelo que abro”, afirma Renata, que faz parte do time de artesão da Círculo.

Renata com alunas em workshop

Renata com as alunos em um dos workshops do Time Círculo

Porém, nada disso teria acontecido se não fossem os ensinamentos básicos da mãe e os muitos momentos que passaram juntas para se dedicarem ao artesanato. “Minha mãe é costureira, então fizemos muitos trabalhos juntas. Eu fazia o crochê e ela o forro. Eu fazia os barrados e ela aplicava nas toalhas. Foram anos assim juntas, uma completando a outra”.

Uma história de amor e artesanato

Postado por: Círculo em 10/05/2017 Categorias: Bordado, Data Comemorativa

A família da representante comercial Maria Auxiliadora Bacellar Santos, a Dora, foi construída com muito amor e uma boa dose de artesanato. Uma colcha, que hoje já tem mais de 75 anos, é a representação física de como tudo começou. “Ela foi inteiramente confeccionada pelos meus pais nos tempos de namoro e noivado. Meu pai aprendeu a fazer crochê para poder ficar sentado mais tempo pertinho da minha mãe, enquanto minha avó ficava na máquina de costura, de olho”, conta. A avó e a mãe de Dora costuravam à mão e também à máquina e ela, desde muito pequena se interessou em aprender algum tipo de arte manual.

Dora com a filha

Dora com a filha: parceiras de negócios e também de bordado

Tanto que, na época em que estudou em um colégio de freiras, Dora se ofereceu para manter limpo o espaço em que aconteciam as aulas de bordado, pintura e outras técnicas. Assim, ela podia observar as aulas e aprender muito, já que a família não tinha condições de pagar pelas lições. “Depois entrei no SESI, onde aprendi artes culinárias, bordado e costura. Desde então, venho bordando minha vida”.

Dora em evento com artesãs

Dora em evento com artesãs

O grande valor que a mãe sempre deu para o artesanato marcou Dora e influenciou também em uma decisão importante relacionada a profissão. “Decidi dar uma guinada radical. Abandonei a minha formação universitária e comecei do zero em outra profissão: a de representante comercial da Círculo”, revela. Desde então, ela respira artesanato 24 horas por dia, o que a motivou a apresentar o mundo das artes manuais para suas filhas. Hoje, uma delas é sua parceira no atendimento aos lojistas e consumidoras da sua representação. “Assim, vou bordando minha história como filha, esposa, mãe, avó e amiga, juntamente com minha atuação profissional. É uma alegria sem fim e o coração transborda de felicidade quando trabalhamos ensinando, jogando essa semente por todo lugar que andamos”, comenta a representante comercial, alegremente.

Paixão pelo artesanato

Postado por: Círculo em 09/05/2017 Categorias: Crochê, Ideias e Inspirações, Tricô

Assim como os traços genéticos, são muitos os interesses que podemos herdar de nossas mães. No caso da artesã Marie Castro, o amor pelo handmade passou de mãe para filha. Foram as peças de crochê e tricô que a mãe fazia para aquecer a família no inverno que despertaram na artesã o desejo de aprender a produzir suas próprias roupas. “Não era sempre que eu poderia ter um cachecol ou acessório novo, então acabei aprendendo com ela para poder confeccionar minhas próprias peças”, conta.

A artesã Marie Castro e sua mãe compartilham o amor pelo artesanato

A artesã Marie Castro e sua mãe compartilham o amor pelo artesanato

O que era um hobby para a mãe, virou a profissão da filha. O artesanato nunca foi uma segunda opção para Marie. “Amo o que faço, sinto-me privilegiada por estar numa posição que posso divulgar essas artes e viver disso. Sou eternamente grata por todas as pessoas que conheci e conquistas que vieram através dessa arte”. A gratidão começa, é claro, pela mãe. Responsável por ensinar os primeiros passos de crochê, tricô e costura, ela era ainda uma grande incentivadora, dando à filha livre acesso aos seus materiais. “Ela sempre frisou que eu era capaz de fazer o que eu quisesse com as minhas mãos e isso me deu muita confiança e determinação para exercer minha profissão”, revela a artesã. Até hoje, o artesanato é um assunto muito presente nas conversas de mãe e filha.

Marie Castro Youtube

Marie Castro ensina artesanato em seu canal do Youtube

Apesar de dominar muitas técnicas, hoje Marie trabalha apenas com crochê e tricô devido à praticidade de poder trabalhar em qualquer lugar, facilidade em achar matéria prima e pela possibilidade de desmanchar e refazer as peças. “O artesanato é muito versátil e adaptável. Acredito que essas características acabam transbordando para o dia-a-dia e nos ajudando em outros assuntos e questões. Ele também me fez conhecer muita gente legal, lugares distantes e aprender sobre culturas diferentes”.

Marie Castro tricotando

Marie Castro tricota para ação da Círculo em Pomerode

Parte do time de artesãos da Círculo, Marie ensina tudo o que aprendeu com a mãe e o que aprendeu sozinha pelo Youtube para pessoas de todo Brasil que compartilham desse mesmo amor que as uniu. “A Círculo é a única empresa que cria a esperança da profissionalização do artesão e mostra que uma carreira nesse segmento é totalmente viável. Ela mostra que existem várias possibilidades de se viver do artesanato e acho isso encantador, ultrapassa a relação empresa-consumidor e vira uma grande companheira”, comenta. Ela afirma que fazer este trabalho a motiva a acreditar que cada pessoa pode transformar um pouquinho do mundo, seja espalhando esperança e handmade por aí ou trazendo alegria para as pessoas em forma de peças lindas. Ou ainda, passando para a próxima geração o amor pelo artesanato.

Crochê em família

Postado por: Círculo em 08/05/2017 Categorias: Crochê, Ideias e Inspirações, Tricô

Os primeiros passos, as primeiras palavras e os primeiros pontos de crochê. Em todos estes momentos a mãe da artesã Neila Dalla Costa esteve presente, sendo uma incentivadora e também uma professora. “Lembro dela me ensinando a pegar na agulha, a fazer os pontos. Certamente foi a influência dela que despertou em mim esse amor pelo artesanato”, declara Neila.

Três gerações unidas pelo crochê

Três gerações unidas pelo crochê

Mãe e filha tinham mais uma companheira: a Anne. A linha produzida pela Círculo era a preferida da dupla, que chegava a juntar moedinhas para poder comprar mais novelos. “Era uma sensação tão boa, dávamos tanto valor a cada novelinho, nada era jogado fora, aproveitávamos cada pedacinho de fio”, lembra a artesã. A mãe sempre acreditou que era importante saber fazer suas próprias coisas, por isso ensinava tudo o que sabia à filha e a inscrevia em todos os cursos de artesanato que surgissem. Neila aprendeu crochê, tricô, pintura em tecido, corte e costura e muitas outras técnicas.

Neila Dalla Costa com produtos Círculo

Neila Dalla Costa com produtos da Círculo

O crochê, técnica preferida da mãe, é também a que mais encanta filha. O artesanato sempre ocupou um lugar muito especial na vida de Neila. Até pouco tempo atrás, ele era um hobby, algo que ela sentia a necessidade de fazer e que fazia bem para sua alma. “Hoje ele representa o sucesso na escolha da profissão. Trabalho com amor, paixão, vontade. Sou feliz todos os dias, não preciso esperar as férias nem o fim de semana. Todos os dias são igualmente felizes”. A artesã conta que o crochê deixou de ser hobby para virar profissão em um momento difícil de sua vida, em que não podia deixar os filhos pequenos e sair para trabalhar. Foi a melhor possibilidade para que ela pudesse trabalhar e cuidar das crianças ao mesmo tempo.

A mesma dedicação que a mãe mostrou ao ensinar, Neila mostra ao trabalhar com o crochê para garantir renda da família. E assim, mais uma vez, usa as linhas da Círculo para tecer trabalhos e também boas lembranças.

De mãe para filho

Postado por: Círculo em 07/05/2017 Categorias: Crochê, Ideias e Inspirações, Sem categoria, Tricô

Foi aos sete anos de idade que o artesão Neddy Ghusmam deu os primeiros pontos de crochê. Ele viu a mãe fazer as barrinhas das fraldas do enxoval das irmãs e, curioso, quis aprender a fazer igual. O artesão logo se apaixonou pelo crochê e hoje lembra que era uma criança que ficava mais feliz ao ganhar linhas do que brinquedos. Os primeiros pontos e correntinhas ensinados pela mãe foram apenas o início da carreira de artesão de Neddy, que hoje é conhecido por sua versatilidade nas peças de moda e decoração.

O artesão Neddy Ghusmam com sua mãe

O artesão Neddy Ghusmam com sua mãe

A ligação dele com a mãe e com o artesanato é tão forte que ele nunca parou de fazer crochê, nem mesmo quando apostou na carreira de músico. Ao perceber que não tinha perspectivas de futuro na música, ele resolveu investir na sua paixão pelo artesanato. “O artesanato para mim é tudo. É minha vida, minha profissão, meu recomeço. O crochê me encanta com suas possibilidades, com as histórias de superação das pessoas que se curaram através dele”, afirma Neddy.

Neddy no É de Casa

O artesão Neddy Ghusmam em sua participação no programa É de Casa

Seu trabalho, sempre incentivado pela mãe, ganhou destaque e hoje Neddy faz parte do time de artesãos da Círculo. Ele faz workshops pelo Brasil inteiro, encantando os alunos com o seu talento no crochê e emocionando a todos quando solta sua voz durante as aulas. “A Círculo mudou minha vida quando me deu a oportunidade de entrar para o time e fazer parte da empresa. Tudo que minha mãe queria era que eu deixasse a música e tivesse uma vida e um trabalho dignos”, conta o artesão. Ele vê o artesanato não apenas como uma paixão, mas também como uma garantia de qualidade de vida e de um futuro tranquilo.

Neddy Ghusmam em workshop

Neddy faz parte do time de artesãos da Círculo que viaja pelo Brasil dar workshops

No ano passado, Neddy perdeu sua maior incentivadora. As lembranças boas são muitas e a ligação entre mãe e filho vai além dessa vida. As infinitas horas que passaram entre linhas e agulhas fazendo trabalhos manuais criaram muitas dessas lembranças. “Ela ficou muito feliz quando entrei para o time da Círculo e tenho certeza de que quando ela se foi, ela estrava tranquila por saber que eu estava bem”.

Se aqueça com a tendência dos Gorros!

Postado por: Círculo em 05/05/2017 Categorias: Ideias e Inspirações, Moda, Sem categoria, Tendência, Tricô

As encomendas de inverno já começaram e os gorros são presença garantida na estação mais fria do ano.  Fáceis de confeccionar e econômicos, este acessório garante bons lucros para as artesãs e não ficam de fora nessa temporada, o gorro é tendência garantida no inverno 2017.

Copilado de imagens que remetem a tendência do inverno 2017.

Tendência 2017 – Gorros.

Está liberada a mistura de cores, técnicas e pontos, o que vale é deixar o seu gorro nada básico e muito ousado. A temporada de inverno 2017 pede por peças coloridas, arrojadas e estilosas, que vão fazer a cabeça de quem é apaixonado por moda.

Tendência para o inverno 2017 o Gorro Animal da Círculo é lindo e possui cores incríveis.

Tendência para o inverno 2017 o Gorro Animal da Círculo é lindo e possui cores incríveis.

Os Gorros Lúdicos também ganham espaço e chegam cheios de estilo para deixar as peças muito mais irreverentes. Esta peça permite a mistura de diferentes texturas de fios entre si e pontos, deixando o seu gorro com mais vida e cor.

A coleção de inverno 2017 da Círculo conta com inúmeras opções de Gorros Lúdicos.

A coleção de inverno 2017 da Círculo conta com inúmeras opções de Gorros Lúdicos.

A Círculo disponibiliza o E-book “Tendência Gorros e Gorros Lúdicos” para você iniciar agora mesmo as suas peças. Clique AQUI e faça o download.

E-book Gorros e Gorros Lúdicos

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