Círculo

Cléa: versátil e delicada

Postado por: Círculo em 15/05/2017 Categorias: Crochê, Decoração, Moda, Produtos, Receitas

Um dos clássicos do nosso catálogo, a linha Cléa já é bem conhecida pelos artesãos que gostam de trabalhar com peças mais delicadas, seja na moda ou na decoração. O fio se destaca no mercado por sua qualidade, espessura delicada e toque macio que proporciona ao trabalho. Ou seja, esse fio permite que você apresente beleza, qualidade e toque suave para suas clientes.

Peças com Cléa

De decoração ao vestuário, o Cléa é cheio de possibilidades

Todos os tipos de pontos de crochê podem ser feitos com Cléa. O produto tem um ótimo rendimento é composto por 100% de fibras de algodão mercerizado. A mercerização é um processo que dá mais brilho e maciez à fibra, por isso o toque do Cléa é tão leve e traz uma cor especial ao artesanato.

familia cléa

O fio Cléa está disponível em diversos tamanhos e cores

Versatilidade
O fio Cléa pode ser encontrado em diversos tamanhos de novelo, o que permite que o artesão escolha qual é mais adequado para o projeto em que está trabalhando. Caso ele queira fazer apenas detalhes, pode optar um novelo menor, por exemplo. Você consegue encontrar o fio nos seguintes tamanhos:
- Cléa 1000 – 1000 metros de fio com cores lisas
- Cléa 1000 Multicolor – 1000 metros de fio com cores mescladas
- Cléa 500 – 500 metros de fio
- Cléa 125 – 125 metros de fio
- Cléinha – novelo com apenas 40 metros de fio – perfeito para barradinhos e detalhes de crochê

Com estes fios, você consegue criar uma infinidade de artigos de decoração, como trilhos e centros de mesa, panos de prato e peças com detalhes rendados, por exemplo. Também é possível confeccionar saias, blusas, vestidos e peças de bebê com o fio. Com tantas possibilidades, é só usar a sua criatividade para criar peças novas ou ir até a aba de receitas do nosso site para encontrar centenas de receitas para reproduzir em casa.

Cores
Há todo um universo de cores na linha Cléa. Ao todo, são 88 cores – 63 cores lisas 25 opções multicolor, o que abre um leque gigante de possibilidades e combinações para os trabalhos artesanais. O Cléa é um fio clássico que se renova ao adotar as cores da moda, atendendo às necessidades dos artesãos que precisam estar sempre ligados às tendências. Neste ano, o lançamento que se destacou foi o azul Tiffany, cor que ficou famosa ao ser usada nas caixinhas da joalheria americana. Aposte nele tanto para detalhes quando para peças inteiras de moda e também para decoração.

clea 5

O Cléa 5 é um pouco mais encorpado e também pode ser usado em peças de moda e decoração

Cléa 5
Parte da família, o Cléa 5 é um fio um pouco mais encorpado e sua espessura está entre o Cléa 1000 e o Anne. Ele é ideal para peças de decoração e moda e está disponível em 54 cores lisas e 17 mesclas. Composto por 100% de fibras de algodão mercerizado, é fio ideal para trazer rendimento ao trabalho manual, sem perder a delicadeza.

Use e abuse do Cléa em seus trabalhos! E não se esqueça de compartilhar suas peças com a gente através da #semprecirculo

Celebridades da Semana

Postado por: Círculo em 12/05/2017 Categorias: Celebridades, Crochê, Tricô

A inspiração para suas confecções você encontra aqui no Celebridades da Semana. Confira:

A blogueira Lala Noleto mostrou que o handmade é uma de suas paixões. Em uma semana, ela usou várias peças de crochê, tricô e renda. Vestido e cachecol de tricô se complementaram neste look. Use para fazer o cachecol LÃ SEDA ou BARROCO 4/4 e para fazer o vestido CHARME, ANNE ou CLÉA.

Do ateliê direto para o casamento, com esse lindo vestido dourado. Com a linha e a técnica certas, você pode criar um vestido sofisticado para um casamento. Escolha ENCANTO para um vestido tão brilhante quanto o da blogueira, ou GLAMOUR e FASHION se você desejar um brilho mais discreto.

Parece apenas uma estampa, porém este vestido é de tricô de máquina. Use qualquer fio de algodão fino, como CLÉA e ANNE.

O que dizer deste vestido rosé da atriz Camila Queiroz além de “maravilhoso”? Para reproduzir em casa, você pode usar ANNE ou CLÉA.         

Mais uma vez, a blogueira Camila Coelho apostou no handmade. A blusa de tricô com transparência pode ser feita com LÃ SEDA ou MOLLET e para o casaquinho de crochê com brilho, use PRECIOSO. A empresária Alice Ferraz também investiu no tricô. Sua peça pode ser feita com CHIC ou PRECIOSO.

A blusa da blogueira Nati Vozza é um exemplo perfeito de como o tricô e o crochê se complementam. Para os detalhes, use CLÉA 1000 ou CLÉA 5 e  para o blusa aposte em AMIGA ou MOLLET.

Mais um look da Nati Vozza. Viu como fica lindo combinar peças delicadas de tricô com um jeans rasgado? As linhas CLÉA ou ANNE são ideais para confeccionar um vestido como este.

Em Abu Dhabi, a blogueira Thássia Naves arrasou com um vestido colorido de tricô. Aposte em combinações de cores e nas linhas ANNE ou ESTILO para fazer o seu.

 Em Dubai, um ponho multicolorido deu chame na produção. Você pode se inspirar nele e usar para fazer um parecido com CHARME ou ANNE.

O vestido da blogueira Mariah Bernardes faz um mix de tecido e tricô que resultou numa peça moderna e romântica ao mesmo tempo. Você pode usar nossos tecidos da Coleção Flowers e a linhas BARROCO 4/4, CHARME ou ANNE.

Como deixar um look todo preto mais charmoso? A blogueira Lala Rudge deu uma boa ideia: escolha um maxi cardigã delicado de tricô. Com BARROCO 4/4 ou CHARME, você consegue fazer o seu.

Compartilhe com a gente as suas criações através da #semprecirculo

Mãe e filha unidas pelo crochê

Postado por: Círculo em 11/05/2017 Categorias: Artesanato, Crochê, Cursos e Eventos, Data Comemorativa, Workshop

Enquanto muitas mães ensinam as crianças a crochetar por puro amor ao artesanato, a mãe da artesã Renata Vieira usou a técnica como uma estratégia para fazer com a filha passasse mais tempo em casa. Ela adorava passar horas brincando na pracinha com os amigos, o que deixava a mãe preocupada.

Mãe e filha já produziram várias peças juntas

Mãe e filha já produziram várias peças juntas

“O mais engraçado em dizer que aprendi crochê com minha mãe está no fato de que ela não faz crochê. Ela me ensinou o básico e partir dali meu interesse só aumentou. Lembro que ela se sentia aliviada por eu ficar quieta em casa e longe da pracinha”, conta a artesã, que tem várias lembranças que envolvem a mãe e o crochê. Uma delas, muito marcante, foi de quando elas decidiram sair das correntinhas e partir para o ponto alto, que era muito desafiador para Renata, que tinha apenas 12 anos.

Renata em workshop

Renata demonstra um ponto para aluna durante workshop

A artesã diz que, de certa forma, foi o crochê que a escolheu. Uma tia-avó, que admirava a técnica pediu para que a mãe lhe ensinasse e garantiu que compraria as peças da menina. As linhas e agulhas foram grandes companheiras de Renata. Em momentos difíceis, foi no crochê que ela encontrou alegria. “Quando eu tive que desistir do curso de Medicina Veterinária, fiquei extremamente deprimida, mas o crochê ocupou minha mente e me tirou do sofrimento”, relata. Hoje, ele a terapia virou fonte de renda, de novos aprendizados e amizades. A Círculo também teve sua importância na história de Renata, que afirma que a empresa a valorizou como artesã e lhe deu motivo para realizar um trabalho primoroso e interessante. “A Círculo é um sonho para mim, que se realiza a cada laçada, a cada novelo que abro”, afirma Renata, que faz parte do time de artesão da Círculo.

Renata com alunas em workshop

Renata com as alunos em um dos workshops do Time Círculo

Porém, nada disso teria acontecido se não fossem os ensinamentos básicos da mãe e os muitos momentos que passaram juntas para se dedicarem ao artesanato. “Minha mãe é costureira, então fizemos muitos trabalhos juntas. Eu fazia o crochê e ela o forro. Eu fazia os barrados e ela aplicava nas toalhas. Foram anos assim juntas, uma completando a outra”.

Uma história de amor e artesanato

Postado por: Círculo em 10/05/2017 Categorias: Bordado, Data Comemorativa

A família da representante comercial Maria Auxiliadora Bacellar Santos, a Dora, foi construída com muito amor e uma boa dose de artesanato. Uma colcha, que hoje já tem mais de 75 anos, é a representação física de como tudo começou. “Ela foi inteiramente confeccionada pelos meus pais nos tempos de namoro e noivado. Meu pai aprendeu a fazer crochê para poder ficar sentado mais tempo pertinho da minha mãe, enquanto minha avó ficava na máquina de costura, de olho”, conta. A avó e a mãe de Dora costuravam à mão e também à máquina e ela, desde muito pequena se interessou em aprender algum tipo de arte manual.

Dora com a filha

Dora com a filha: parceiras de negócios e também de bordado

Tanto que, na época em que estudou em um colégio de freiras, Dora se ofereceu para manter limpo o espaço em que aconteciam as aulas de bordado, pintura e outras técnicas. Assim, ela podia observar as aulas e aprender muito, já que a família não tinha condições de pagar pelas lições. “Depois entrei no SESI, onde aprendi artes culinárias, bordado e costura. Desde então, venho bordando minha vida”.

Dora em evento com artesãs

Dora em evento com artesãs

O grande valor que a mãe sempre deu para o artesanato marcou Dora e influenciou também em uma decisão importante relacionada a profissão. “Decidi dar uma guinada radical. Abandonei a minha formação universitária e comecei do zero em outra profissão: a de representante comercial da Círculo”, revela. Desde então, ela respira artesanato 24 horas por dia, o que a motivou a apresentar o mundo das artes manuais para suas filhas. Hoje, uma delas é sua parceira no atendimento aos lojistas e consumidoras da sua representação. “Assim, vou bordando minha história como filha, esposa, mãe, avó e amiga, juntamente com minha atuação profissional. É uma alegria sem fim e o coração transborda de felicidade quando trabalhamos ensinando, jogando essa semente por todo lugar que andamos”, comenta a representante comercial, alegremente.

Paixão pelo artesanato

Postado por: Círculo em 09/05/2017 Categorias: Crochê, Ideias e Inspirações, Tricô

Assim como os traços genéticos, são muitos os interesses que podemos herdar de nossas mães. No caso da artesã Marie Castro, o amor pelo handmade passou de mãe para filha. Foram as peças de crochê e tricô que a mãe fazia para aquecer a família no inverno que despertaram na artesã o desejo de aprender a produzir suas próprias roupas. “Não era sempre que eu poderia ter um cachecol ou acessório novo, então acabei aprendendo com ela para poder confeccionar minhas próprias peças”, conta.

A artesã Marie Castro e sua mãe compartilham o amor pelo artesanato

A artesã Marie Castro e sua mãe compartilham o amor pelo artesanato

O que era um hobby para a mãe, virou a profissão da filha. O artesanato nunca foi uma segunda opção para Marie. “Amo o que faço, sinto-me privilegiada por estar numa posição que posso divulgar essas artes e viver disso. Sou eternamente grata por todas as pessoas que conheci e conquistas que vieram através dessa arte”. A gratidão começa, é claro, pela mãe. Responsável por ensinar os primeiros passos de crochê, tricô e costura, ela era ainda uma grande incentivadora, dando à filha livre acesso aos seus materiais. “Ela sempre frisou que eu era capaz de fazer o que eu quisesse com as minhas mãos e isso me deu muita confiança e determinação para exercer minha profissão”, revela a artesã. Até hoje, o artesanato é um assunto muito presente nas conversas de mãe e filha.

Marie Castro Youtube

Marie Castro ensina artesanato em seu canal do Youtube

Apesar de dominar muitas técnicas, hoje Marie trabalha apenas com crochê e tricô devido à praticidade de poder trabalhar em qualquer lugar, facilidade em achar matéria prima e pela possibilidade de desmanchar e refazer as peças. “O artesanato é muito versátil e adaptável. Acredito que essas características acabam transbordando para o dia-a-dia e nos ajudando em outros assuntos e questões. Ele também me fez conhecer muita gente legal, lugares distantes e aprender sobre culturas diferentes”.

Marie Castro tricotando

Marie Castro tricota para ação da Círculo em Pomerode

Parte do time de artesãos da Círculo, Marie ensina tudo o que aprendeu com a mãe e o que aprendeu sozinha pelo Youtube para pessoas de todo Brasil que compartilham desse mesmo amor que as uniu. “A Círculo é a única empresa que cria a esperança da profissionalização do artesão e mostra que uma carreira nesse segmento é totalmente viável. Ela mostra que existem várias possibilidades de se viver do artesanato e acho isso encantador, ultrapassa a relação empresa-consumidor e vira uma grande companheira”, comenta. Ela afirma que fazer este trabalho a motiva a acreditar que cada pessoa pode transformar um pouquinho do mundo, seja espalhando esperança e handmade por aí ou trazendo alegria para as pessoas em forma de peças lindas. Ou ainda, passando para a próxima geração o amor pelo artesanato.

Crochê em família

Postado por: Círculo em 08/05/2017 Categorias: Crochê, Ideias e Inspirações, Tricô

Os primeiros passos, as primeiras palavras e os primeiros pontos de crochê. Em todos estes momentos a mãe da artesã Neila Dalla Costa esteve presente, sendo uma incentivadora e também uma professora. “Lembro dela me ensinando a pegar na agulha, a fazer os pontos. Certamente foi a influência dela que despertou em mim esse amor pelo artesanato”, declara Neila.

Três gerações unidas pelo crochê

Três gerações unidas pelo crochê

Mãe e filha tinham mais uma companheira: a Anne. A linha produzida pela Círculo era a preferida da dupla, que chegava a juntar moedinhas para poder comprar mais novelos. “Era uma sensação tão boa, dávamos tanto valor a cada novelinho, nada era jogado fora, aproveitávamos cada pedacinho de fio”, lembra a artesã. A mãe sempre acreditou que era importante saber fazer suas próprias coisas, por isso ensinava tudo o que sabia à filha e a inscrevia em todos os cursos de artesanato que surgissem. Neila aprendeu crochê, tricô, pintura em tecido, corte e costura e muitas outras técnicas.

Neila Dalla Costa com produtos Círculo

Neila Dalla Costa com produtos da Círculo

O crochê, técnica preferida da mãe, é também a que mais encanta filha. O artesanato sempre ocupou um lugar muito especial na vida de Neila. Até pouco tempo atrás, ele era um hobby, algo que ela sentia a necessidade de fazer e que fazia bem para sua alma. “Hoje ele representa o sucesso na escolha da profissão. Trabalho com amor, paixão, vontade. Sou feliz todos os dias, não preciso esperar as férias nem o fim de semana. Todos os dias são igualmente felizes”. A artesã conta que o crochê deixou de ser hobby para virar profissão em um momento difícil de sua vida, em que não podia deixar os filhos pequenos e sair para trabalhar. Foi a melhor possibilidade para que ela pudesse trabalhar e cuidar das crianças ao mesmo tempo.

A mesma dedicação que a mãe mostrou ao ensinar, Neila mostra ao trabalhar com o crochê para garantir renda da família. E assim, mais uma vez, usa as linhas da Círculo para tecer trabalhos e também boas lembranças.

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