Círculo

Tricô é terapia!

Postado por: Círculo em 22/02/2013 Categorias: Tricô

Olá!

Hoje trouxemos um estudo explicando como o tricô pode ajudar na recuperação de desastres, doenças e sofrimento.

Laurence Gonzales, autor de Surviving Survival: The Art And Science Of Resilience, estudou como as pessoas sobrevivem a desastres, doenças e sofrimentos. Para ele, a prática de atividades repetitivas e simples – como tricô, arrumar o jardim e correr - podem ajudar pessoas a sobreviverem.

Um exemplo disso é a Tessa Cunningham que, em março de 2007, recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Os problemas físicos que o tratamento causava eram muitos, mas, o pior, era sua angústia mental. Com isso, Tessa vivia atormentada com visões de morte. O que ajudou a superar, esse momento delicado, foi seu hobby de adolescente, o tricô. Em uma de suas declarações para o Jornal Daily Mail, ela disse que: “O movimento rítmico dos meus dedos embalava meu cérebro e comecei a me sentir em paz. Enquanto estava concentrada no padrão, as visões aterrorizantes de morrer desapareciam gradualmente. Enquanto meu cérebro estava ocupado contando pontos, não tinha tempo para pensar em mais nada.” Acredita-se que as ações repetitivas desativam o “caminho da raiva” do cérebro. Assim, renova o sentido de controle e torna a pessoa mais calma e deixa mais em paz.

Tessa acrescentou ainda que: “É impossível dizer se, sem tricô, a quimioterapia teria funcionado tão bem. Mas o tricô me obrigou a desviar minha energia longe da raiva, para ajudar meu corpo a se curar”, finaliza.

Gonzales ainda dá dicas que ajudam  superar situações difíceis como doença, desemprego, morte, etc.:

Faça alguma coisa: não importa se faz tricô, joga cartas, pinta ou pratica ioga. O que interessa é fazer com que seu cérebro e corpo se empenhem em uma tarefa simples e repetitiva. Assim, se sente mais calmo e sob controle.

Pense nos outros: as pessoas que transformam sua tragédia em uma oportunidade de ajudar os outros se saem melhor do que os que pensam apenas em si mesmos. Trocam o papel de vítima pelo de salvador.

Busque seus amigos: mantenha boas pessoas ao seu redor. Participe de um grupo de apoio, por exemplo. Falar sobre o seu sofrimento ajuda. Sorria: aja como se você estivesse melhor. A pesquisa de Gonzales mostrou que o que você faz com o seu corpo influencia o que você faz com sua mente. Para muitas mulheres entrevistadas pelo profissional, um simples sorriso ajudou a elevar o humor.

Sorria ainda mais: ria do mundo. Estudos têm mostrado que as pessoas enlutadas, que podem recordar momentos cômicos com entes queridos, gastam menos tempo com o luto.

 

Adoramos as dicas! Então, vamos tricotar, crochetear, fazer patchwork, bordar, etc… O importante é relaxar e criar coisas lindas. Sua mente e seu corpo agradecem!

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Se tem ou conhece alguém que tenha uma história como a Tessa, mande para nós!

Vamos adorar!

informe@circulo.com.br

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Por:
Equipe Círculo

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Fonte: Terra Saúde

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Imagens: Getty Images e Google

Comentários
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Daniela Barros
22/02/2013

Sofro de THB( transtorno de humor bipolar)como o próprio nome diz, são altos e baixos de humor e já trato essa doença a muitos anos… Já passei por várias fases, de rejeição da doença e da medicação, de achar que já estava melhor e que poderia viver sem a medicação e parava como tratamento por minha conta, tive vários prejuízos em decorrência dessa parada… o período mais severo foram os episódios de depressão, e sempre recorri para o meu trico como um aliado para sair da fase dessa maldita doença… Hoje além de ensinar o trico, tenho uma loja de aviamentos e sou fornecedora da Círculo, vejo que minhas clientes recorrem ao artesanato como terapia… criei um encontro semanal chamado FUXICOTERAPIA, onde nos encontramos pra tricotar, ensinar, nos divertirmos e conversar para aliviarmos os nossos sentimentos…


Cleusa Tavares
22/02/2013

Amo fazer trico aprendi com 6 anos hoje tenho 60 anos, uso mto os produtos da circulo.


leila formagio
22/02/2013

ADOOORRRRROOOOOOOOO TRICO E CROCHE …..me envolvo nos trabalhos e esqueço tuuuuddoooo


regina
22/02/2013

Sou apaixonada por trico e croche, a minha bisa me colocava de castigo fazendo estasartes benditas.Adorooooo…


wilma vargas
23/02/2013

Eu acredito nesta historia, pq. tb. ffaço trico e croche e realmente me sinto mais leve e feliz qdo. estou com as agulhas na mão.


Jamilty
23/02/2013

Eu me realizo no croche, tricô e a minha mente se delicia com a beleza dos trabalhos que vejo na Revista Circulo e nos quais executo. Sinto uma satisfação enorme em obter as revistas e até as coleciono em casa. Vejo que há um carinho, singeleza e delicadeza nas criações, bem como são todas de muita classe e bom gosto. Um grande abraço a todos da Circulo. Amo a Circulo.


valdete de oliveira
23/02/2013

Eu amo fazer trico,croche,patchwork,bordar e
costurar é a minha paixão.


Chris
24/02/2013

Fazer tricô é assim: Você conhece, se apaixona… pensa nele com muito carinho e, não consegue mais viver sem ele por muito tempo!
Então passa a entender que isso é amor…


ana
24/02/2013

Adoro todo tipo de trabalho com linha tricot, croche, macramê , bordados, ….


Marie Ferreira
25/02/2013

Amei o artigo e posso dizer que tudo que foi dito é verdade.Tenho sindrome da fadiga crônica e estou totalmente debilitada os trabalhos manuais e o otimismo tem me ajudado muito já que não posso fazer uso da medicação.


gercina
01/03/2013

lindos os trabalhos com a circulo perfeito.


Eli Aleixo
17/03/2013

ola adoro artesanato em geral, trico e crochet são paixões que levo para toda parte, agora estou me recuperando de uma cirurgia fazendo trico, gostaria de saber onde encontro receita de meias com 2 agulhas, aquelas bem faceis de fazer


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