Um bate-papo do nosso Ponto de Conexão sobre como envelhecer com voz e propósito.
Olá, artesão!
Em nossa última live Ponto de Conexão, realizada ontem (20/5), o apresentador Marcelo Darghan recebeu Cláudia Arruga, criadora do perfil @cool50s, para uma conversa profunda, divertida e necessária sobre etarismo, envelhecimento e autoestima.
O bate-papo trouxe reflexões valiosas sobre como envelhecer não significa perder valor, mas sim acumular potência, sabedoria e liberdade. Aqui, reunimos os principais aprendizados da conversa, com dicas práticas para quem quer se sentir mais confiante em cada fase da vida.
Etarismo é o preconceito com base na idade. Apesar de estar presente no nosso cotidiano em piadas, comentários e atitudes, muitas vezes ele passa despercebido ou é considerado "exagero" por quem ainda não foi afetado. Cláudia destaca que é um dos preconceitos mais naturalizados e menos combatidos, e por isso é tão importante falar sobre ele.
Frases como "está velha para isso", "não combina mais com a sua idade" ou "já passou da hora" carregam esse tipo de julgamento e limitam o potencial das pessoas. É preciso reconhecer essas falas, rejeitá-las e incentivar novas narrativas.
Ao longo da vida, o ritmo muda - e tudo bem! Aprender a ouvir o corpo, valorizar o descanso e adaptar a rotina é um ato de sabedoria, não de fraqueza. Como Darghan e Cláudia disseram: envelhecer é inevitável, mas ficar velho é opcional.
Muitas vezes nos perdemos em papéis (profissionais, familiares, sociais) e esquecemos o que realmente gostamos ou sabemos fazer. Resgatar talentos adormecidos ou descobrir novos interesses pode ser o recomeço de uma vida mais autêntica.
Convivência entre gerações amplia a visão de mundo. Ter amigos de diferentes idades ajuda a manter o olhar curioso e a criatividade sempre viva. É ouvindo perspectivas novas que nos mantemos em movimento.
Infelizmente, o etarismo ainda está presente em vários espaços. A dica? Fingir que não é com você, seguir em frente e se cercar de quem valoriza o que você faz. Persistência e autoestima são seus melhores aliados.
Seja escrevendo, conversando ou refletindo, olhar para o caminho que você já percorreu é uma forma poderosa de se lembrar de quem você é. Suas conquistas, dores e superações importam. Como disse Cláudia: "Vamos honrar essa trajetória."
Durante a conversa, Cláudia compartilhou sua própria transformação. Aos 50 anos, após uma crise pessoal e profissional, ela criou um perfil nas redes sociais. No início, nem usava o próprio nome. Hoje, é referência para milhares de mulheres que buscam inspiração para envelhecer com estilo, consciência e autenticidade.
Ela também começou a empreender aos 55 anos — sem saber nada sobre e-commerce. “A gente pode não entender os termos, mas aprende e faz. O importante é não desistir”, afirma.
Outro ponto discutido foi a importância de manter a mente ativa e a alma curiosa. Participar de grupos, fazer cursos, trocar experiências, testar coisas novas — tudo isso alimenta a criatividade. Envelhecer não é o fim da linha, e sim uma nova chance de criar, transformar e se reinventar.
Como disse Marcelo durante a live: “Você vai parar se quiser. Porque a sua cabeça e seu coração seguem funcionando. E agora, com muito mais equilíbrio entre emoção e razão.”
Assista à live completa no nosso Instagram e compartilhe com alguém que precisa ouvir essa mensagem.
Vamos juntos transformar a forma como o envelhecimento é percebido, valorizando todas as fases da vida com respeito, autoestima e propósito.
Até a próxima!
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